Delúbio deve levar culpa por caixa 2
Acusados combinam estratégia de defesa com o ex-tesoureiro petista para o julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal
A um mês do início do julgamento do mensalão do Supremo Tribunal Federal, o “núcleo central da quadrilha”, conforme definição do ex-procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza, combinou que o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares assumirá que partiu somente dele a iniciativa de formar o caixa 2 para o financiamento de partidos e parlamentares que se coligaram com os petistas nas eleições de 2002 e 2004. Nesse núcleo, segundo o ex-procurador-geral, estavam Delúbio, o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil), o ex-deputado José Genoino e o ex-secretário-geral do PT Sílvio Pereira, que, após acordo, já cumpriu pena alternativa de serviços comunitários. (Págs. 1 e Nacional A4)
Dirceu cita ‘autonomia’
Em sua defesa, o ex-ministro José Dirceu vai atribuir taxativamente ao ex-tesoureiro Delúbio Soares “autonomia para repasse de valores”. Também dirá que José Genoino, então presidente do PT, era uma pessoa de “total autonomia de mando". (Págs. 1 e Nacional A4)
Vereadores fraudam presença na internet
As distorções na presença dos vereadores na Câmara de São Paulo, mostradas ontem pelo Estado, se repetem no site da Casa. Lá, vereadores faltosos aparecem como se tivessem comparecido às sessões. Nas últimas três semanas, a reportagem flagrou distorções nos registros. A diferença é sempre positiva, ou seja, quem não tem o nome assinalado durante a sessão recebe o benefício depois, e fica livre do desconto de R$ 465 na folha. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3)
Controle deve ser aprimorado
José Police Neto (PSD), presidente da Câmara, diz que mudará sistema. (Págs. 1 e C3)
Fotolegenda: Prejuízo no STF
Prédio do Supremo Tribunal Federal com os vidros quebrados: fachada foi destruída quando dois caças Mirage 2000 fizeram um sobrevoo rasante sobre a Praça dos Três Poderes, na cerimônia de troca da bandeira. (Págs. 1 e Nacional A4)
Transporte não avança, um ano após "faxina"
Um ano após a “faxina”, a área de transportes do governo ainda tem dificuldades para investir. “São R$ 15 bilhões de problemas para gerenciar”, disse o general Jorge Fraxe, que assumiu o Dnit, pivô dos “malfeitos”. Já a direção da estatal ferroviária Valec fala de “trapalhadas” do passado. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)
Mexicanos vão às urnas sob forte esquema de segurança
Os mexicanos fizeram longas filas ontem, sob forte segurança, para votar na eleição que definiria se o PRI voltaria ao poder 12 anos após um regime de mais de sete décadas, relata Rodrigo Cavalheiro. (Págs. 1 e Internacional A8)
Carlos Alberto Sardenberg
Na Justiça Eleitoral cola
Se as contas dizem que o candidato roubou, não tem nada de mais. Roubou, mas declarou? Está limpo, segundo o Tribunal Superior Eleitoral. (Págs. 1 e Economia B2)
Notas & Informações
As investidas da tigrada
Parcelas da base aliada pouco se importam com os efeitos das “aventuras fiscais” que promovem. (Págs. 1 e A3)
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Obrigado, Arteiro!!!
ResponderExcluirBom dia, Arteiro!
ResponderExcluirEspero que você continue a postar os jornais. Arteiro à sua ajuda um dia vai ser recompensada.
ResponderExcluirO seu trabalho abre os horizontes de muitas pessoas.
Reconheço o seu esforço amigo.
Abrçs
João
Valeu pelo Post !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirValeu Arteiro!!!
ResponderExcluirOrgulho de poder contar com esse super blog, sempre com o que tem de melhor e de graça! Santo Arteiro.
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